
Restaurando, melhorando e utilizando carros antigos.
Compartilhando o significado de ter um carro antigo... ou mais de um!
domingo, 18 de setembro de 2011
Tem criança "nova" na área...
Este é rapidinho mesmo, só para dizer que tem "criança nova" no pedaço. Aliás, de novo não tem nada, já que é 1963. Depois eu escrevo mais sobre ele, mas a foto dá uma dica - já descobriu quem é? Mais uma dica: ele é fabricado no Brasil, aqui mesmo em São Bernardo do Campo. Para aqueles que eu já falei, por favor não "soprem"!


Don is back! Well, not really...
Pois finalmente, depois de mexer daqui e dali, Don finalmente decidou que era hora de mostrar um pouco de serviço e finalmente parar de andar de guincho. Por si só isso já é uma grande alegria, e quando lembro que a última vez em que andei (quase que) decentemente com ele fazia mais de 6 anos, o momento fica ainda mais bo
nito. Dirigí-lo, pisar no acelerador e perceber a resposta rápida do motor e a elasticidade da transmissão, além da própria diferenciação do carro em relação aos demais na rua, deixam a experiência extremamente bacana.A sensação de estar com ele é tão legal que se esquece dos ajustes que ele requer, do freio que está puxando para o lado, da direção desalinhada, do vento quente que entra no carro e dos 15 Kg de pó e sujeira que estão sobre a pintura, e só se foca no prazer gerado. Tem coisas para fazer? Sim, um monte de pequenos detalhes - ligar o limpador de parabrisas, fixar o painel de instrumentos, montar coisas aqui e acolá, trocar rolamento do diferencial e os amortecedores traseiros (e eliminar o barulho da suspensão traseira), alinhar... mas mesmo assim a experiência vale, e muito. Essa foto ao lado, no estacionamento do trabalho, ilustra bem como o Don se destaca na multidão (e no famoso mar de carros preto-prata-cinza que inundam o trânsito).
A única visita inesperada foi esta luzinha acesa no painel, acompanhada de uma constante batida de tuchos que fazer o motor parecer um relógio sem lubrificação. É, a luz de óleo acendeu e portanto em muitíssimo breve o motor do Don vai ter que sair do carro para um serviço relativamente rápido - depende da chegada da bomba de óleo vinda dos Isteitis, junto com um jogo completo de juntas para reaperto de todo o motor. O Henrique (mecânico e camarada) instalou o cabo do kick-down (que reduz a marcha ao acelerar fundo) e o filtro de ar, e o carro já está bem mais ligeiro, e quando voltar lá, além do serviço do motor, será feito o conserto do radiador e a troca do rolamento do diferencial, para que ele pare de cantar como uma desafinada cantora de fado que perdeu emprego. Enquanto essas peças não chegam, segue a montagem de algumas coisas que faltam e começo a pensar num jeito de instalar um rádio legal sem estragar nada do carro, pois não sei se o rádio original dele está funcionando, e mesmo que funcione ficar só ouvindo AM é triste! Aproveito e compartilho com vocês uma foto tirada ontem na garagem, com o Don e o Toninho juntos, num estilo meio "Starsky & Hutch". Os futuros carros antigos cobiçados
Dias atrás fui ao Conjunto Anchieta aqui em SBC, onde ficam algumas
lojas de eletrônica e que fica ao lado da rodoviária da cidade. Ao parar
no estacionamento, me deparei com um belo Kadett GSi, aparentemente 94
pela cor e encostos de cabeça vazados. O carro estava ótimo, apenas
empoeirado pois alguém deve guardá-lo lá como mensalista e só de vez em
quando o utiliza. Fiquei lá admirando um pouco o carro, constatando a
beleza e a conservação dele, e lembrando de quando o Kadett foi lançado
pela GM em 1989, tendo o Kadett GS como vedete e objeto de desejo da
molecada da época... assim como foram Gol GT, Monza S/R, Escort XR3, Uno
1.5R e Passat Pointer, para ficar nos anos 80 e início de 90. Mais
tarde, já no supermercado, vi um Escort XR3 amarelo (o famoso X-egg 3)
com teto solar e bem inteiro, estacionado lá esbanjando estilo para quem
passasse por lá.

Um amigo meu comprou uma verdadeira mosca branca dos olhos azuis - um Monza S/R 1989, o último ano "de fato" deste carro e que tem várias particularidades. Uma delas é que o carro é metade venezuelano, com direito a adesivo "Fabricado por GM de Venezuela S.A. de C.V", e com isso várias coisas acabam sendo igualmente especiais e diferenciadas sobre estes Monzas S/R, e porque não sobre este carro em particular. Aliás, este S/R (chamado de "Hugo" por razões quase óbvias) está passando por uma lenta mas detalhada restauração, e daqui há algum tempo vai enfeitar as ruas da Grande SP com seu charme oitentista. E, seria muito difícil falar em carros dos anos 80 sem mencionar o Klaus. Para quem não se lembra dele, é o Opala 89 que vendi há alguns meses e está cada dia mais bonito com as restaurações e melhorias que estão sendo feitas pelo novo (e feliz) proprietário.
Com tudo isso fica fácil pensar que daqui há 10 anos esses carros vão chamar muita atenção, frequentarão os encontros de carros antigos e irão valer um bom dinheiro - aliás, hoje já está caro comprar um Gol GT/GTS (ou GTI está extremamente valorizado), assim como um Passat Pointer 85 a 89 Também acredito que os Opala mas principalmente Maverick e Dodge que estão para a hora da morte de tão caros passem a se desvalorizar, tal qual ocorreu comos Aero Willys, Chevrolet 50 a 54, Gordini e DKW - lembro que nos anúncios das revistas dos anos 80 e início de 90, estes carros tinham preços altíssimos e hoje - salvo Gordini e Simca - já estão com preços em média dentro de valores mais razoáveis.
Curiosamente, estes mesmos esportivos nacionais hojem tem o estigma de "carro de mano" e muitos ainda torcem o nariz ao ver um Apollo bem conservado, um Del Rey brilhando como novo (normalmente pilotado por um septagenário orgulhoso por tê-lo comprado OKm na concessionária) ou um Kadett GS e soltam um "isso é só mais um carro velho" sem nem mesmo dar uma chance para que o "sobrevivente" possa mostrar o quanto pode ser útil e divertido no meio deste mar de carros moderninhos 1.0 preto-prata-cinza. O CONTROLAR ainda é um enorme ameaça que pode tirar de circularção
muitos carros bacanas pois os critérios de aceitação são ridículos por
si só e ainda por cima as equi alpes não possuem um critério de avaliação
padrão nem os equipamentos são devidamente limpos e ajustados
periodicamente, o que acaba por condenar diversos carros bons -
teoricamente "em nome no meio ambiente", mas na prática para enriquecer os cofrinhos da concessionária que faz a medição e também
do poder público (nota: faça as contas sobre o quanto custa manter o
mesmo carro por 20 anos - incluindo o consumo de combustível a mais que
os mais modernos - em relação à troca de carro a cada 3 anos por um
equivalente e de menor consumo; faça as contas ainda quanto custa a energia empregada para construir um novo veículo ao invés da manutenção do mesmo carro anos a fio). Também tem a "moda" das SUVs, verdadeiras aberrações de estilo, uso de energia, dinâmica de uso e praticidade (o povo adora a sensação de "ficar mais alto" e da pseudo-maior altura em relação ao solo, sem saber que a altura do assoalho é a mesma), e que aceleram a troca a cada 2 ou 3 anos, e consomem (e poluem) tanto quanto um Santana 2.0 bem regulado.
Felizmente isso já começa a mudar e muitos já dão mais atenção, mesmo que ainda de forma tímida, a carros que por anos foram negligenciados e já se vê nos finais de semana alguns encontros de amigos com Escorts, ou Unos conservadíssimos ou restaurados, e algumas pessoas que já os utilizam de forma digna para uso diário ou como carro de rodízio. Quer mais um argumento, para convencer aquele amigo super-fashion que gosta de tudo que vem do exterior? A moda agora é ter carros dos anos 70, 80 e início de 90! Duvida? Veja então na internet o que as revistas europeias mostram como os novos carros da moda. Então, se você tem algum parente ou conhecido que tem aquele Voyage GL que era do avô encostado na garagem, e que está pensando em vendê-lo, das suas a uma: convença-o a ficar com o "Clássico do Futuro" mostrando que eles tem estilo e praticidade ao mesmo tempo - e dessa forma, ver que isso é muito legal; ou então, faça uma oferta e compre o carrinho, e divirta-se - se a garagem for menor que a vontade, aguente um tempinho, encha o saco dos amigos/parentes por um espaço para guardá-lo até que descubra um novo dono com vontade de preservá-lo como merece. E corra antes que todo o mundo descubra!quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Um pintinho amarelinho
Mais uma tarefa foi efetuada com sucesso da lista de coisas a fazer com o Toninho, pois o carpete está pronto e instalado. Mesmo não sendo um moldado como era originalmente, o serviço ficou realmente muito bom e, com exceção do previsível e nauseabundo cheiro de cola de sapateiro, tudo ficou bem bacana. Também troquei o cabo do capô agora há pouco, e já penbso em algum tipo de cabo de emergência caso o cabo se rompa ou escape como aconteceu com o original do carro - não estou afim de ficar tentando bolar uma gambiarra qualquer para poder abrir o capô caso precise e o cabo decidir que é hora da aposentadoria. Próximos passos: alinhamento, carburação e troca de farol (aliás, aceito doação o venda a preço simbólico de farol GE sealed beam, para fazer par com o farol que está funcionando e é da mesma marca), e tudo correndo bem, Placa Preta!
Mas é curioso que quando fui guardar o Toninho no estacionamento, vi bem próximo à Manuela um carro amarelo, bem limpinho mas sem graça. Acho que o dono decidiu estacioná-lo perto da famosa Kombosa para poder ficar na carona de sua fama e beleza ímpares e assim, quem sabe pegar um pouco do brilho. Até tirei umas fotinhos para que vocês vejam o carro e adivinhem qual é (está muito fácil). Uma dica: NÃO É um Miura, mas também é de fibra de vidro (só que uma fibra diferente).
Não adivinhou pelas lanternas traseiras? Então veja mais uma foto do Toninho "repousando"
enquanto sai de relance um registro da lateral do ditocujo carro, o qual doravante chamarei pela alcunha de Gugu (em homenagem - ? - a Augusto Liberato e àquela música do Pintinho Amarelinho que ele tocava no Viva a Noite; não vem com esse papo de "não lembro pois não é da minha época" porque qualquer um sabe do que se trata!).
Se nem assim você adivinhou, então vejam as fotos abaixo e vá ler um pouco mais sobre automóveis dos anos 60 e 70:
enquanto sai de relance um registro da lateral do ditocujo carro, o qual doravante chamarei pela alcunha de Gugu (em homenagem - ? - a Augusto Liberato e àquela música do Pintinho Amarelinho que ele tocava no Viva a Noite; não vem com esse papo de "não lembro pois não é da minha época" porque qualquer um sabe do que se trata!).
Se nem assim você adivinhou, então vejam as fotos abaixo e vá ler um pouco mais sobre automóveis dos anos 60 e 70:

É... o Gugu um Chevrolet Corvette Stingray ano 72, de câmbio mecânico e motor V8 350 polegadas cúbicas (5.7l) o motor V8 small block mais legal que a GM já fez. Aliás, para mim este é o carro mais legal que a GM já fez - mecânica fantástica, linhas de carro esportivo de verdade e que ainda por cima pode ser usado todo o santo dia sem ficar com frescuras, além de não fazer feio para nenhum Ferrari ou Porsche. Infelizmente no momento não possuo cacife para ter um desses, mas é um sonho de consumo e tanto e que, quem sabe um dia, acabo comprando um irmão do Gugu para fazer companhia para os demais... talvez precise ganhar na Mega-Sena para isso, nem tanto para comprar o carro, mas principalmente para poder guardar, usar e sustentar uma frota do tamanho dos meus sonhos.
Quer saber mais sobre os Corvettes? Veja estes links e divirta-se!
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chevrolet_Corvette
http://en.wikipedia.org/wiki/Chevrolet_Corvette
http://autoclube.blog.br/2011/04/corvette-stingray-1972/
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Caras e bundas
Primeiramente, quero agradecer às pessoas que leram e passaram a seguir este blog - não vou ficar com aquele papo que "sem vocês o blogo não existiria" pois eu continuaria escrevendo sim, mas tendo leitores e opinadores, fica mais legal! ;-)
Hoje fui buscar o Toninho no Ziebart, já com o capô devidamente aberto, conforme a foto ao lado comprova. além de mais uma vez constatar como ficou bom o serviço de retoque e polimento, deu a
quele frio na barriga em dirigí-lo com a "boca aberta" por quase 10 Km por dentro da cidade, e depois pensar se alguém bem intencionado mas mal informado decida fechar o capô "esquecido" aberto e acabar por estragá-lo. Enfim, sofrer por antecipação não resolve, e só resta aguardar ansiosamente que o serviço de tapeçaria amanhã fique bacana como o carro merece. Amanhã eu conto como ficou o carpete novo.
Aproveitando a proximidade, fui ver o Valdyr e pensar um pouco melhor em como fazer o espaçador das rodas; na falta de instrumentos adequados e prancheta, peguei uma folha de sulfite e a posicionei sobre os cinco prisioneiros do cubo de roda para representar a posição deste e, enfim, bolar a "bendita bolacha" de alumínio ou ferro fundido (ou o que tiver disponível) para poder depois encaixar as rodas. Estes são os pequenos detalhes que fazem a aventura ficar divertida, pois sempre há uma novidade, um pequeno obstáculo a ser transposto e que ao ser vencido faz uma diferença danada, principalmente com a ajuda dos amigos dispostos a dar uma mão e fazer com que o(s) projeto(s) ande(m). Mas, falando em Valdyr e evolução do projeto, vejam abaixo as fotos do interior dele quase pronto, e da bunda dele devidamente modificada com o parachoque liso e as lanternas de Camaro 71 às quais me referi antes. É ou não melhor assim do que com aquelas lanternas quadradas de Brasilia, originais dos Puma GTB?


Hoje fui buscar o Toninho no Ziebart, já com o capô devidamente aberto, conforme a foto ao lado comprova. além de mais uma vez constatar como ficou bom o serviço de retoque e polimento, deu a
quele frio na barriga em dirigí-lo com a "boca aberta" por quase 10 Km por dentro da cidade, e depois pensar se alguém bem intencionado mas mal informado decida fechar o capô "esquecido" aberto e acabar por estragá-lo. Enfim, sofrer por antecipação não resolve, e só resta aguardar ansiosamente que o serviço de tapeçaria amanhã fique bacana como o carro merece. Amanhã eu conto como ficou o carpete novo.
Aproveitando a proximidade, fui ver o Valdyr e pensar um pouco melhor em como fazer o espaçador das rodas; na falta de instrumentos adequados e prancheta, peguei uma folha de sulfite e a posicionei sobre os cinco prisioneiros do cubo de roda para representar a posição deste e, enfim, bolar a "bendita bolacha" de alumínio ou ferro fundido (ou o que tiver disponível) para poder depois encaixar as rodas. Estes são os pequenos detalhes que fazem a aventura ficar divertida, pois sempre há uma novidade, um pequeno obstáculo a ser transposto e que ao ser vencido faz uma diferença danada, principalmente com a ajuda dos amigos dispostos a dar uma mão e fazer com que o(s) projeto(s) ande(m). Mas, falando em Valdyr e evolução do projeto, vejam abaixo as fotos do interior dele quase pronto, e da bunda dele devidamente modificada com o parachoque liso e as lanternas de Camaro 71 às quais me referi antes. É ou não melhor assim do que com aquelas lanternas quadradas de Brasilia, originais dos Puma GTB?


domingo, 7 de agosto de 2011
Quando o fácil fica difícil
Hoje de manhã fui ver o Valdyr (o Puma GTB) pois o eletricista me informou que as rodas estavam pegando no cubo da roda e não era possível instalá-las. Encafifado, lá fui eu entender o problema e descubro que a pinça de freio é estranhamente mais alta que o cubo, por volta de uns 6mm. Saí e fui almoçar com uma ideia na cabeça - fazer um espaçador exatamente neste tamanho, mas com o cuidado de permitir que as porcas de roda ainda dessem aperto. Chego do almoço e faço o teste com arruelas - daí vem as notícias:

- A boa: um espaçador vai funcionar, com 5mm já é suficiente. Só vai haver o risco das rodas rasparem nos paralamas, mas vale o risco. Então, toca a fazer os espaçadores!
- A ruim: as porcas que havia comprado para essa roda (especiais, da Cragar) NÃO CABEM. Sabe por que? A linha Opala saia com porcas de roda com rosca imperial (em polegadas) até 1979, e a partir de 1980 passaram a ter rosca métrica (em milímetros), mas os Pumas EM 1980 (ano do Valdyr) variavam muito por ter estoque antigo da GM. Daí, sob a consultoria de Murphy, comprei as porcas em polegada e as do carro, conforme descobri hoje, são em milímetros. Então chega de chororô e vamos procurar as porcas apropriadas.

Notícias das crianças
Amigos, Mando algumas notícias meio-que-rápidas sobre o andamento das coisas por aqui, e assim ninguém fica triste por falta de atualizações: 
O Toninho está seguindo no PPP (Projeto Placa Preta - para escapar do Controlar), com pequenos percalços perfeitamente controláveis. A foto é de sexta-feira à tarde, quando fui pegá-lo no Ziebart e... o cabo de abertura do capô se rompeu, e por conta disso ficou lá até que eles consigam abrir o capô para a troca do cabo. Segunda-feira o pego, pois na terça-feira tem tapeceiro, que irá trocar o carpete (mal colocado por este que vos escreve) e isolar melhor a parede de fogo (e com isso, diminuir o nível de ruído a partir dos 80 Km/h). Depois, alinhamento, balanceamento e vistoria para PP.
Manuela está com um toca-fitas TKR instalado, tudo de eletricidade funcionando (ou melhor, quase tudo pois o lampejador do farol alto não está funcionando), retrovisores redondos originais devidamente instalados, trocadas as lentes das lanternas traseiras por outras com o brilho original, e sem aquele monte de coisas no salão dela. Também foi feito todo o serviço no câmbio, instalação de alternador, ignição eletrônica, alinhamento, balanceamento, troca de amortecedores (incluindo de direção). Depois de tudo isso e comprar todas as peças de funilaria necessárias para o serviço a ser feito futuramente, ela foi colocada para uso, mesmo que limitado pois o assoalho está ruim. Afinal, depois de gastar uma pequena fortuna nela e chegar à quase insolvência mês passado por conta disso, é hora dela retribuir. A foto ao lado é dela no último encontro na quarta-feira, onde ela passou frio mas aqueceu a mim e amigos. Colocamos 3 cadeiras e uma mesa de aço dentro do salão... e não é que as 6 pessoas couberam confortavelmente? Aliás, doações de um banquinho de madeira, mesa dobrável (de madeira, de preferência), caixa de isopor e um retalho de carpete de mais ou menos 2 x 1.5m são bem vindos, assim como peças, catálogos e manuais da Kombi.
- O Wenceslau continua igual, sem grandes atualizações até o momento, salvo o conserto do rasgo no banco do motorista, e do alinhamento e balanceamento. Felizmente ele continua andando feliz e faceiro, depois da troca da embreagem e limpeza do carburador, feitas há algum tempo. Futuramente, após o término da funilaria da Manuela, será a vez da funilaria e pintura dele e, como ele é forte candidato ao PPP 2, o Verde Folha que o colore atualmente será substituído pelo original Verde Guarujá. Abaixo, fotos dele com a cor atual, e de um outro Fusca pintado de Verde Guarujá.

- o Valdyr (sim, com V e Y porque é coisa da época) continua na odisseia da instalação elétrica. Como disse um amigo, nem o Palácio de Buckingham demorou tanto tempo para receber uma instalação elétrica como as adaptações feitas neste Puma GTB. Mas enfim, depois de uma prensa no eletricista, a data prometida para conclusão é 30 de agosto (quero ver!). As rodas Cragar não serviram, o que para mim é uma tremenda incógnita. A ser conferido hoje, com calma. Fotos serão publicadas em breve.
Don, o querido Malibu, continua paradinho da silva. Com os pneus novos (foto ao lado, tirada há alguns meses), descobri que as rodas dianteiras raspam nas caixas de rodas ao se esterçar completamente - isso vai ficar desse jeito mesmo, talvez depois do alinhamento isso melhore. Após o carburador ter trincado na entrada de combustível, e o motor não chegar no ponto nem por reza brava, encomendei e chegaram um distribuidor novo, tampa do carburador nova, e um jogo de cabos de vela, além das velas. Agora é guinchá-lo para a oficina que fará não só isso mas também resolver os barulhos da suspensão, que estão meio fortes demais. A saga prossegue.

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